Jardim Botânico de Maringá — Museu Vivo dos Continentes
Museu Botânico formado por uma Unidade Sede e cinco unidades continentais — África, Américas, Ásia, Europa e Oceania — implantadas em fundos de vale e áreas públicas subutilizadas, integrando classificação botânica, cultura e conservação ambiental.
Conceito
Sistema em escala compacta, adequado a fundos de vale, terrenos públicos e áreas de requalificação ambiental. Cada unidade continental ocupa terreno entre 5.000 e 20.000 m², a Sede aproximadamente 10.000 m² — com 50% a 75% de cada terreno destinado a APP, preservação e recuperação ambiental. As áreas construídas são fixas (padronizadas); a variação recai sobre terreno e áreas abertas.
110.000 m²
1 Sede + 5 continentes
Unidade Sede
2.000 m² construídos em terreno de ~10.000 m² — centraliza o núcleo institucional do sistema.
Unidades continentais
Cada unidade continental tem programa padronizado de 1.200 m² construídos, com conteúdo curatorial próprio: acesso e acolhimento, pavilhão introdutório botânico, centro cultural temático, educação artística, auditório compacto, café/loja temática, administração e viveiro de apoio.
Dioramas de savana e floresta tropical, jardim do baobá, plantas alimentares e medicinais, fibras e cestaria — centro cultural sobre povos africanos, ancestralidade e diásporas.
Flora brasileira e continental — Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia —, plantas domesticadas, povos originários e culturas alimentares.
Jardins de inspiração oriental, bambuzais, chá, especiarias — oficinas de ikebana, papel artesanal e caligrafia.
Jardins históricos, roseiral, lavandário, jardim monástico de plantas medicinais e história da classificação botânica.
Endemismo, ilhas do Pacífico, plantas adaptadas ao fogo, eucaliptos e acácias — culturas aborígenes e conservação insular.
Diretrizes de implantação em fundos de vale
Prioridade absoluta à preservação ambiental: edificações fora da APP, núcleos compactos em um ou dois pavimentos, passarelas e decks leves, pisos drenantes, captação de águas pluviais e priorização de espécies nativas.
Nota técnica: versão preliminar do programa arquitetônico, estruturada para estudos de viabilidade, articulação institucional e captação de recursos. Áreas reais dependem de levantamento topográfico, diagnóstico ambiental e definição jurídica dos terrenos.
Definição de terrenos, levantamento topográfico, diagnóstico ambiental e anteprojetos por unidade.