CAFÉ — no antigo Armazém do IBC
Exposição sobre o ciclo econômico do café no Paraná e sua influência na formação da identidade regional — memória, patrimônio, costumes e legado artístico do “Ouro Verde”, em 280 m² do antigo Instituto Brasileiro do Café.
Síntese
Montagem de exposição sobre o ciclo econômico do café no Paraná, destacando sua influência na identidade regional. A exposição explora a memória, o patrimônio cultural, os costumes e o legado artístico relacionados ao período, mostrando como o café moldou a história e a cultura local.
Objetivos
Geral — Valorizar e difundir as manifestações culturais, a memória e os costumes das comunidades rurais brasileiras, protegendo as expressões culturais dos trabalhadores rurais e seus descendentes e salvaguardando os bens materiais e imateriais vinculados à cultura rural.
Montagem de 280 m² nas dependências do antigo Instituto Brasileiro do Café (IBC), extinto em 1990, com visitação gratuita, abordando os aspectos culturais, históricos, artísticos e gastronômicos da cafeicultura no Paraná.
Justificativa
A grande expansão cafeeira transformou Londrina, em meados de 1950, na capital mundial do café, responsável por metade da comercialização mundial — até a Grande Geada, que em uma única noite desestruturou a cultura do café e forçou milhares de colonos a migrar para os centros urbanos. No Norte e Noroeste do Paraná, a expressão “pé vermelho” é atribuída à população local, referência aos pioneiros que lavravam o latossolo roxo, um dos solos mais férteis do mundo.
Este projeto propõe a montagem da exposição “CAFÉ”, em parceria com a Incubadora de Maringá, utilizando o espaço de um antigo armazém do IBC — restaurando ao prédio a dignidade de seu uso original. O IBC desempenhava papel crucial na política cafeeira nacional e internacional, e seus armazéns eram vistos como guardiões do “Ouro Verde”, a principal alavanca do desenvolvimento econômico e social do Paraná.
A mostra explorará o impacto do café nas transformações sociais, culturais e territoriais, destacando memória, patrimônio, costumes e tradições, além do legado artístico relacionado ao tema.
Instalações interativas
Vivência do processo de secagem, torrefação e preparo, com degustação e a tradição do “cafezinho no balcão”.
Projeções e áudio construídos de forma colaborativa, com acervos públicos, particulares e fotos dos visitantes.
A exposição também contará com um portal interativo em sistema Tainacan (desenvolvido pelo IBRAM), onde o público compartilha e acessa fotografias históricas da cultura do café no Paraná.
Etapas de trabalho
Seleção da equipe, projeto museográfico, pesquisa, curadoria e divulgação.
Montagem, abertura ao público (17 meses de cartaz), versão virtual, monitoria e registro fotográfico/videográfico.
Desmontagem, relatórios de execução e início da prestação de contas.
Equipe
Acessibilidade
Placas com QR Codes para narrações audiodescritivas das obras, material audiovisual com legendas descritivas e janelas de Libras conforme o conteúdo, e exposição de fotos com audiodescrição disponível no site do projeto.
Ministério da Cultura e IAMP apresentam
Conforme Manual de Uso da Marca do PRONAC (Lei Rouanet): a marca Lei Rouanet fica sempre à extrema esquerda do bloco, isolada de qualquer status de participação (nunca como “apoio”, “patrocínio” ou “realização”); a expressão obrigatória “Ministério da Cultura, [instituições] apresenta(m)” acompanha a peça.
Incubadora Tecnológica de Maringá, cedendo o antigo armazém do IBC para a exposição.